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08 de Febreiro de 2010 |
Projecçons, concertos, história,... Segunda-feira 8 de fevereiro. VIGO CS Revolta e GZvideos. 20h30 Projecçom de videos de defesa da língua. |
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07 de Febreiro de 2010 |
As misérias do têxtil galego As recentes declaraçons de Adolfo Domínguez, empresário que apostou polo despedimento livre e a liquidaçom de todos os direitos sociais "que nom se puderam pagar" volve deitar luz sobre o têxtil galego. Um importante sector da industrializaçom autóctone que se relaciona infalivelmente com a vulneraçom dos mais básicos direitos laborais e, por vezes, também linguísticos. Sector empresarial, por certo, no que muitos autonomistas e alguns nacionalistas quigérom ver essa burguesia galega que ninguém viu ainda, a puxar polo país e polas forças nacionais. Este é um pequeno retrato da exploraçom, feita na Galiza, mas que fala sempre espanhol. |
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07 de Febreiro de 2010 |
Luís Soto: “A Castelão e a mim figeram-nos membros de honra da Federação Mundial de Sociedades Negras”
Neira Vilas: Qual era a missão concreta que o governo da República lhe encomendou a Castelão em Cuba o ano 1938?
Luís Soto: “Castelão, junto com Virgínia, a sua dona, acabava de voltar da União Soviética, aonde foram no verão desse ano, numa comissão presidida por outro galego, Galhoso, de Ourense. Castelão manifestava-se mui bem impressionado por aquela visita. Eu figem-lhe então duas intervius, uma em Frente Rojo e outra em Nova Galiza, periódico do 5.º Corpo de Exército, que se publicava no frente e que eu dirigia. Sobre esta viagem dizia-me, entre outras cousas: “Se o experimento social feito polo povo da URSS, tão transcendente e significativo, tivesse fracassado, teríamos de estar sempre agradecidos a este povo maravilhoso e a esse partido tão certeiro e inteligente, que se sacrificava pola paz e pola liberação da classe trabalhadora. Mas como este experimento trunfou definitivamente, estenderá-se polo mundo inteiro e temos de seguir este espelho e este exemplo”. |
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05 de Febreiro de 2010 |
Xurxo R. Olveira suporta medidas excepcionais na prisom de menores "Los Rosales" Após a detençom, junto com Oscar Sanches, o passado 14 de Janeiro, o militante independentista viguês foi trasladado a um centro de menores madrileno, a centos de quilómetros da sua casa, como vem sendo habitual nas detençons políticas. Porém, à dispersom e à prisom preventiva que o Estado espanhol aplica sistemáticamente engadem-se as condiçons do centro no que o internam: tratamento humilhante, espidos integrais cada vez que tem visita, obrigatoriedade de fazer actividades “reeducativas” durante todo o dia (tendo apenas umha hora e meia ao dia para si), vigiláncia constante e intimidatória (até um carcereiro senta frente a el mentres come). O organismo anti-repressivo Ceivar denunciou publicamente esta situaçom, afirmando que a intençom é “dobregar a sua identidade pessoal e política mediante a repressom sistemática”. Os primeiros quinze dias forom umha toma de contacto, nos que passou por isolamento, negando-lhe em um primeiro momento ver e falar apenas com a mai e o pai, retendo-lhe a correspondência, negando-lhe passar livros em galego e procurando o dobregamento da vontade do militante com pressons psicológicas.
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05 de Febreiro de 2010 |
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Este Domingo tampouco falta bilharda
 Este fim-de-semana, como já é habitual, desputaram-se varios abertos do nosso desporto nacional-popular mais querido nos último anos. Os pontos de encontro som Meira, Pontraga e lugar por confirmar na Conferência NorOeste. A LNB chega por primeira vez a Meira graças a ajuda da associaçom cultural M de Meira. nesta oitava jornada da Conf.NorLeste ouve-se muito barulho mas ainda nom se sabe quanto é certo, os rumorosos falam dum novo equipo de megafonia (sound sistem), de bar movel e de varios maletins com o objetivo de evitar umha nova victoria de Daniel dos Bilhardeiros musicais ou Gines dos Remourelhe Bulls. Pola sua banda, a Pontraga acolherá a sétima jornada da Conf. Centro, inaugurada este ano, onde todos tentaram que os Furabolos nom continuem a sua escapada em solitario. - ABERTO DO LACOM: domingo 7-F , MEIRA ( Praça do Convento ) : 15h30
- ABERTO DA PONTRAGA: domingo 7-F, A Pontraga : 16h00
-Conf. NorOeste: sen confirmar actividade >> 627.310434 |
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Opiniom
Entrevista a Ramom Lôpez-Suevos em Gralha
 Seguimos trazendo de novo à luz conteúdos do periódico Gralha que, além do seu evidente interesse histórico, continuam a apresentar certa vigência no actual cenário político. É este o caso da entrevista a Ramom Lôpez-Suevos, do outono de 1997, no que se debulham temas de inegável importância 13 anos depois: a evaporaçom ideológica do nacionalismo institucional (“Começando polo Bloco, dizer que hoje é mais um partido do sistema onde nom se aprecia ideologia nenhuma”), a obsolescência dos partidos (“nos últimos anos, as únicas cousas interessantes nascérom à margem dos partidos, desde o reintegracionismo até o movimento de insubmissos”), a dissociaçom entre ideologia de vida e ideologia eleitoral (“Umha das cousas mais interessantes a dizer do nacionalismo nos últimos anos é que quanto mais aumentam os votos menos se nota na gente, por exemplo na evoluiçom da língua”), o colonialismo económico e cultural (“Desde logo há umha subordinaçom económica, umha opressom política e um esmagamento cultural total do país. Tudo isto está concatenado. Poderiamos-lhe chamar colonialismo versom europeia”), a independência como única opçom democrática (“Opto pola independência total. Independência até para cedê-la ou para negociá-la. Na Europa desde logo seria melhor ser um estado que umha regiom da Espanha”), a relaçom com a lusofonia (“Por outra parte, há que primar por todos os meios a relaçom com Portugal por razões culturais, geopolíticas e de contrarrestas as forças centrípetas e também por razões económicas”) e mesmo a situaçom da universidade galega (“A universidade sempre foi um factor colonizador. Sempre o foi e segue-o sendo mas hoje em dia nom se vê resposta”) |
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Formaçom
Luís Soto: “A Castelão e a mim figeram-nos membros de honra da Federação Mundial de Sociedades Negras”
Neira Vilas: Qual era a missão concreta que o governo da República lhe encomendou a Castelão em Cuba o ano 1938?
Luís Soto: “Castelão, junto com Virgínia, a sua dona, acabava de voltar da União Soviética, aonde foram no verão desse ano, numa comissão presidida por outro galego, Galhoso, de Ourense. Castelão manifestava-se mui bem impressionado por aquela visita. Eu figem-lhe então duas intervius, uma em Frente Rojo e outra em Nova Galiza, periódico do 5.º Corpo de Exército, que se publicava no frente e que eu dirigia. Sobre esta viagem dizia-me, entre outras cousas: “Se o experimento social feito polo povo da URSS, tão transcendente e significativo, tivesse fracassado, teríamos de estar sempre agradecidos a este povo maravilhoso e a esse partido tão certeiro e inteligente, que se sacrificava pola paz e pola liberação da classe trabalhadora. Mas como este experimento trunfou definitivamente, estenderá-se polo mundo inteiro e temos de seguir este espelho e este exemplo”. |
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