25/06/12

 

03/02/11

 Nas revoltas da Tunísia e Egito há algo que nom pode por menos de chamar-nos poderosamente a atençom, e é a patente ausência do fundamentalismo islámico: seguindo a mais pura tradiçom democrática laica, a gente limitou-se a levantar-se contra um regime opressivo e corrupto, e contra a sua própria pobreza, para exigir liberdade e esperança económica.

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