08/06/12

MpB e Causa Galiza proponhem umha convocatória aberta e independentista para o Dia da Pátria

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Redaçom/ As previsons para o Dia da Pátria deste ano som bastante incertas, a teor do processo de descomposiçom/ recomposiçom do nacionalismo, no que também participa boa parte do independentismo. De momento a única proposta em firme para umha manifestaçom soberanista e de esquerdas para o 25 de julho vem do MpB, que num comunicado publicado recentemente invita a criar umha Comissom temporal, que se encarregue de elaborar umha proposta “claramente soberanista e de esquerdas, para visualizar umha realidade que baixo o nosso ponto de vista existe em boa parte das comarcas deste país: a construçom nacional e social desde a base, a apertura de novos centros sociais, o trabalho sindical da militáncia independentista, entre outras muitas formas de ativismo social e político”. Dita Comissom seria temporal, e nela “participariam militantes respeitados por todo o soberanismo, e teria que contar com o compromisso e a lealdade de todas as correntes independentistas para que a data fosse um êxito”. Indicam, aliás, que o MpB “nom está interessado em participar em nengumha manifestaçom de parte”, já que consideram “totalmente secundário a visualizaçom das suas siglas para conseguir este objetivo, mas tampouco tem inconveniente em aceitar que na grande manifestaçom que queremos se levem faixas e emblemas partidários, se assim conseguimos que se adira todo o mundo”. Concluem o comunicado sinalando que entendem que “independentemente das disputas e das legítimas discrepáncias partidárias, temos a responsabilidade de visualizar a existência dum pólo soberanista e de esquerdas neste país”.

Pola sua parte, Causa Galiza convocou umha rolda de imprensa para o próximo sábado, 9 de junho, aclarando que na mesma apresentará umha proposta de manifestaçom "unitária", contando com "o apoio de um numeroso e representativo grupo de activistas sociais".

 

Nós-UP pronuncia-se sobre o Novo Projeto Comum

Além de artigos assinados por Carlos Morais, Nós-UP ainda nom se pronunciara de jeito oficial sobre o NPC, no que estám imersos praticamente todos os demais grupos independentistas galegos. No comunicado sinalam que “a partir do evidente respeito face o caminho que cada qual, soberanamente, decidiu tomar, NÓS-Unidade Popular resolveu nom se somar a esse processo, umha vez que nom achamos coincidências entre o nosso projeto e o da nova força política que se quer criar”.  Na sua opiniom, “o que urge agora mesmo, a nossa tarefa neste momento histórico, é a construçom de umha força política-movimento social revolucionária, e nom a criaçom de um BNG-bis com especial protagonismo do setor que se situava mais à direita dentro deste. Nada compartilhamos com quem só aspira a criar umha nova organizaçom “progressista” ou “galeguista-nacionalista”, com quem mantém a sua fé na via morta do eleitoralismo e no institucionalismo”.

Em consoáncia com esta estratégia, Nós-UP teria recusado participar numha manifestaçom unitária do independentismo o 25 de julho, segundo algumhas fontes, polo que convocaria em solitário por segundo ano consecutivo.

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