10/02/12

Dous anos na rede do Diário Liberdade

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Redaçom/ O Diário Liberdade, “Portal anticapitalista da Galiza e os países lusófonos” vem de fazer no passado 8 de fevereiro dous anos na rede. Do projeto sinalam que o grupo promotor “cresceu e o público multiplicou-se, mas os objetivos mantêm-se: difundir as lutas, quebrando o cerco informativo da mídia burguesa e do sistema”. Assim, incrementárom continuamente as visitas, e as colaboradoras de países lusófonos. O portal, que aposta claramente na lusofonia como espaço natural, reproduze notícias da prática totalidade dos movimentos populares destes países, à vez que cria conteúdos próprios. Anunciam, aliás, que em breves oferecerám um “novo Diário Liberdade, como mais um passo na estratégia de fortalecimento e crescimento da luta que nos une, a luta diária pela liberdade”. 

 

Boa saúde dos meios comunitários galegos


Na Galiza corrérom rios de tinta arredor da crise dos meios de comunicaçom em galego, sem que praticamente ninguém -com honrosas exceçons- pugesse a olhada por um minuto na boa saúde da que gozam os meios comunitários, sostidos na militáncia e no trabalho de base.

No vindouro número que o mensal Novas da Galiza tire do prelo atingirá o seu décimo aniversário, ficando, junto como o De Luns a Venres, como único periódico em papel e em galego (aliás, integramente em ortografia internacional). Pola nossa parte, fazemos já mais de onze anos informando puntualmente na rede, tornando-nos o decano da imprensa digital galega.

Com uns plantejamentos em apariência anti-utilitaristas e irracionais para o patriotismo rendível: grafia reintegrada, linhas editoriais mais nacionais e viradas para a esquerda e, sobretudo, base militante e nom empresarial; paradoxalmente está-se a manter o pulso face o discurso único e pré-fabricado dos meios oficiais.

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