Reforma laboral abre a porta das entradas das ETT no sector público
Redacçom / Como afirmou hoje mesmo a vicepresidenta primeira do governo espanhol, a reforma laboral recém aprovada fai-se em prol da 'competitividade e da produtividade' e, portanto, nom dos direitos sociais nem do bem estar da maioria. A reforma, que foi para a frente apenas com o aval do PSOE e com a rejeiçom de burocracias sindicais e empresariado, confirma as piores previsons do movimento popular.
Entre outras medidas, o ministro Celestino Corbacho salientou que se vam generalizar os 33 dias de idenizaçom por despedimento por ano trabalhado -face os 45 actuais, e que apenas regerám nos contratos indefinidos. Às empresas avondará-lhe com acreditar perdas para acometer 'despedimentos objectivos'.
Mas quiça um dos aspectos mais novidosos da reforma, aliás de pouco comentado, é a entrada das ETT no sector público, que até o de hoje tinham vetado em nome da qualidade e da estabilidade no emprego. As ETT, que fôrom legalizadas polo PSOE na década de 90, com o apoio de CCOO e UGT, fôrom a ponta de lança da precarizaçom do trabalho em múltiplos sectores, e motivárom respostas populares em toda a geografia do Reino de Espanha.
De se confirmar a medida, cumpriria-se um dos desejos do lobbie do trabalho temporal, mui bem relacionado com o PSOE e com as corporaçons sindicais, em favor de rematar com qualquer tipo de sector laboral blindado à precariedade e ao medo ao desemprego.

