Enviam à prisom a Carlos Calvo
Redaçom/ O primeiro dos arredistas detidos na operaçom policial do passado sábado foi enviado à prisom esta manhá polo juiz Pablo Ruz, titular do julgado número 5 da Audiência Nacional. Acolhendo-se ao seu direito a nom declarar, o jovem recusou-se a responder as perguntas do juiz, que decidiu decretar para ele prisom preventiva, umha medida que pode estender-se no tempo um máximo de dous anos, prorrogáveis até quatro. Imputa-lhes os delitos de "pertença a banda armada" e "tenência de explosivos", atendendo ao informe policial que afirma que o jovem foi detido depois de depositar umha mochila com explosivos no interior de um carro em Vigo. Carlos Calvo recusou-se a que lhe praticassem umha prova de ADN, sendo aceitada a sua negativa polo juiz.
Encontra-se bem e nom foi torturado
Os advogados de Ceivar pudérom falar com Carlos depois da sua comparecência perante o juiz, à que assistírom como advogados defensores já que Pablo Ruz levantou a incomunicaçom justo antes da comparecência. A visita tivo lugar nos calabouços da Audiência Nacional, antes de que a polícia trasladasse o jovem à prisom de Soto del Real, em Madrid.
Em declaraçons ao Galizalivre.org, os advogados explicam que encontrárom o militante “tranquilo e sereno”. Carlos revelou-lhes que nom foi torturado nem sofreu agressons físicas, além do que supom um seqüestro e um traslado forçoso de seiscentos quilómetros, e que o trato foi “correto e inclusive respeitoso”. Também se negou a declarar perante a polícia.
Amanhá declararám os outros três detidos
Os três militantes detidos pola Guarda Civil deverám ser postos amanhá à disposiçom judicial, segundo as informaçons manejadas polos advogados.


