21/02/12

Altercados e detençom durante o juízo a cinco independentistas

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Redaçom/ Contra as dez da manhá de hoje deu início no Tribunal do Penal nº 2 de Compostela o juízo contra cinco independentistas, acusados dum suposto intento de libertaçom dum preso e atentando contra polícias produzido em 2010, durante a detençom de Santiago Vigo antes de ser novamente ingressado em prisom. Finalmente, imputam a Eduardo V, Raúl A. e Hadriám P. por um delito em grau de tentativa de quebrantamento de condena; e estas três pessoas, mais Jurjo L. e Íria C., duas faltas de lesons e um delito de atentado aos agentes da autoridade. A Fiscalia pediu um ano e médio de prisom, enquanto a defesa de Ceivar a livre absoluçom, já que os delitos “nom tenhem entidade suficiente”. O advogado Borxa Colenero sublinho que “é completamente irreal que os acusados intentaram libertar a Santiago Vigo”, recordando que a polícia “pujo-se nervosa”. O processo fica visto para sentença.

 

 

Solidariedade e forte presença policial

Desde minutos antes do começo do juízo umhas duas dúzias de solidárias, assim como amizades e familiares do preso independentista Eduardo Vigo -descolado da cadeia de Navalcarnero à de Teixeiro com motivo da celebraçom do juízo-, concentrárom-se às portas dos Tribunais das Fontinhas entre umha forte presença policial. Duas carrinhas da polícia nacional espanhola permaneciam à entrada dos mesmos, e meia dúzia de polícias -alguns com claras mostras de nerviosismo- rodeavam as solidárias que se achavam na entrada da sala nº 2. Além disso, outro grupo de agentes do mesmo corpo fotografiou de maneira pretendidamente oculta todas e cada umha das pessoas que entrárom no prédio, à altura do arco detetor de metais, mesmo intentando intimidar as solidárias. A forte presença policial nom impediu as mostras de solidariedade, e a chegada à sala de Eduardo Vigo foi recebida com numerosos berros de carinho e aplausos ao preso independentista. O seu irmao e também preso independentista, Santiago Vigo, declarou no juízo desde a prisom de Dueñas, mediante videoconferência.

 

Despejo da sala

Escassos segundos depois da entrada do público na sala, a juíza ordenou o despejo da mesma, a consequência de altercados entre um dos polícias espanhóis que custodiava Eduardo Vigo e o público. Após o abraço da mae do preso, repelido por um dos agentes, produzírom-se momentos de tensom, com um pequeno forcejo entre o polícia e o independentista J.R., dando-se a ordem de despejar a sala, e deter a J.R. Entre berros de “Viva Galiza Ceive” e “Venceremos!” a vista passou a celebrar-se a porta pechada, produzindo-se um tumulto nos corredores dos tribunais. Um dos polícias que esperava turno para testificar, decidiu passar “a serviço” esposando ele próprio o jovem J.R., acusado de supostamente agredir o polícia, sendo transladado à esquadra municipal, e posto em liberdade com cargos perto de umha hora depois, após prestar declaraçom.

 

Reaçons políticas

O delegado do Governo de Espanha na Galiza, Samuel Juárez, declarou que “nom há margem para aceitar este tipo de incidentes durante a celebraçom de umha vista num tribunal”. E que a detençom de J.R. é “umha cousa totalmente normal nessas circusntâncias”.

 

Fotografia: galizalivre.org

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