Secretário de Estado para a segurança marca como 'máxima prioridade' evitar sabotagens independentistas
Redacçom / O dia de onte foi aproveitado pola dirigência do PSOE galego para enxalçar o labor securitário dos seus delegados, tirando partido mediático da habitual doutrina da 'toleráncia zero'. Numha rolda de imprensa à que convidárom Antonio Camacho, secretário de Estado para a segurança, Antón Louro e Pose Mesura vincárom na 'tremenda segurança' que se vive na Galiza para, paradoxalmente, insistir na conveniência dum forte desdobramento de forças repressivas no verao que começa.
Os mandatários lembrárom a diminuiçom do número de delitos no que levamos de ano, o controlo do grande tráfico de drogas, e a supervisom das grandes rotas turísticas que se abrem na Galiza com motivo do Jacobeu.
Resistência galega.
Como sempre acontece nestas ocasions, nom faltou a pergunta jornalística sobre o plano de trabalho a desenvolver contra a resistência galega, dados os recentes ataques contra sedes de partidos, burocracias sindicais e vivendas particulares de significados elementos do espanholismo. Num tom de autosuficiência, Antonio Camacho declarou nom ter 'nengumha preocupaçom em especial', bem que si reconheceu que Interior segue de perto 'grupos terroristas autóctones que por desgraça estám na Galiza'.
Camacho e Louro refugárom, como é a sua tónica, avançar dados sobre o estado da pesquisa policial, mas confessárom umha atençom 'prioritária' ao fenómeno das sabotagens. Ante a possibilidade de ataques independentistas nos meses de verao, os máximos responsáveis da repressom vincárom na existência de 'grupos especializados' de polícia e guarda civil para gorar este fenómeno violento.

