26/08/10

Nova vítima de terrorismo machista em Lugo eleva a 43 as mortes em todo o Reino de Espanha em 2010

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Redacçom / Sobreinformaçom e insensibilizaçom. Eis as duas directrizes que fam com que, em pleno 2010, a reiteraçom de assassinatos de mulheres nom dessate um movimento popular amplo de rejeiçom e perseguiçom do terrorismo. A passividade social domina e as mortes nom genéram processos de organizaçom acordes com a entidade da sangria. Hoje acordávamos com umha nova notícia sinistra, a morte dumha mulher de madrugada, na cidade de Lugo, a maos do seu marido. Ambos viviam na Rua Carlos Azcárraga, e o crime aconteceu de madrugada. O homem rematou por entregar-se à polícia espanhola. Ela trabalhava como enfermeira e deixa dous filhos.

Neste mês de Agosto, somam-se já 43 mulheres mortas a maos de homens, no que resulta a triste meia de mais de cinco assassinatos por mês. As campanhas de sensibilizaçom estatal, supostamente dirigidas a frear a sangria e a fomentar a 'soluçom policial' do machismo, nom som quem de frear um estoupido de selvagismo continuado no tempo. O potenciamento e reactualizaçom dos tópicos patriarcais sobre a mulher através dos meios comerciais é um dos aspectos favorecedores desta lacra social, segundo denunciam reiteradamente colectivos feministas, caso da Rede Feminista Galega.

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