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13 de Novembro de 2007

Estudantado compostelám organiza enterro da USC

 

ImageO movimento estudantil organizado em assembleia geral e grupos de trabalho está a actuar de jeito dinámico contra da convergência neoliberal europea. Esta tarde vem de se realizar a última juntança, onde se propujerom um bom feixe de novas actividades de formaçom e difusom, assim coma de protestos. Para amanhá está já anunciada, em esquelas polos cámpus e locais sociais, umha procissom com o cadaleito da finadinha Universidade Pública. A convocatória di o seguinte “A USC, falecida por privatizaçom no 2007-2008. A universidade pública, assassinada polo Processo de Bolonha, será enterrada no dia 14 de Novembro às 20:00h. A saída do féretro efectuará-se na Praça de Maçarelos. Préga-se que as assistentes levem roupa de luito e círio em sinal de dó. Pola ressuscitaçom. Quarta-feira, 14 de Novembro às 20hh”

 

 

Última Atualização ( 14 de Novembro de 2007 )
 
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Galiza

presos políticos

Xurxo R. Olveira suporta medidas excepcionais na prisom de menores "Los Rosales"

ImageApós a detençom, junto com Oscar Sanches, o passado 14 de Janeiro, o militante independentista viguês foi trasladado a um centro de menores madrileno, a centos de quilómetros da sua casa, como vem sendo habitual nas detençons políticas. Porém, à dispersom e à prisom preventiva que o Estado espanhol aplica sistemáticamente engadem-se as condiçons do centro no que o internam: tratamento humilhante, espidos integrais cada vez que tem visita, obrigatoriedade de fazer actividades “reeducativas” durante todo o dia (tendo apenas umha hora e meia ao dia para si), vigiláncia constante e intimidatória (até um carcereiro senta frente a el mentres come).
O organismo anti-repressivo Ceivar denunciou publicamente esta situaçom, afirmando que a intençom é “dobregar a sua identidade pessoal e política mediante a repressom sistemática”. Os primeiros quinze dias forom umha toma de contacto, nos que passou por isolamento, negando-lhe em um primeiro momento ver e falar apenas com a mai e o pai, retendo-lhe a correspondência, negando-lhe passar livros em galego e procurando o dobregamento da vontade do militante com pressons psicológicas.

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Internacional

ocupaçom militar

Tropas da ONU agredem populaçom haitiana

ImageDepois da catástrofe ambiental na que morrerom miles de pessoas no Haití, meios de massas e organizaçons “humanitárias” emergerom em atençons a este País americano. Porém, a situaçom era também grave previamente. Desde 2004 o exército das Naçons Unidas ocupava o País em “missiom de estabilizaçom”, permitindo o continuísmo na situaçom de pobreça e pecariedade absoluta do povo haitiano, mentres se favoreziam negócios de espólio, especialmente como colónia turística. Trás o tremor de terra, à gravidade da situaçom há que somar-lhe a desetruturaçom social polas miles de mortes e pessoas feridas, a destruçom das moradas e edifícios e o Estado de sítio, assim como a gestom dos recursos recebidos por parte das forças de ocupaçom.

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Socioeconomia

Algumhas chaves do empresariado autóctone

As misérias do têxtil galego


ImageAs recentes declaraçons de Adolfo Domínguez, empresário que apostou polo despedimento livre e a liquidaçom de todos os direitos sociais "que nom se puderam pagar" volve deitar luz sobre o têxtil galego. Um importante sector da industrializaçom autóctone que se relaciona infalivelmente com a vulneraçom dos mais básicos direitos laborais e, por vezes, também linguísticos. Sector empresarial, por certo, no que muitos autonomistas e alguns nacionalistas quigérom ver essa burguesia galega que ninguém viu ainda, a puxar polo país e polas forças nacionais. Este é um pequeno retrato da exploraçom, feita na Galiza, mas que fala sempre espanhol.
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