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Crónica dos julgamentos do 3-N PDF Imprimir E-mail
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03 de Novembro de 2008

Um dos autocarros deslocados a Madrid é retido

ImageNa noite de ontem partiam da Galiza dous autocarros disponivilizados por Ceivar para que, quem quiger, pudera acudir a Madrid aos julgamentos de Ugio Caamanho e Giana Rodrigues. À entrada de Madrid um dos dous autocarros foi retido polas FSE, para proceder à identificaçom das pessoas que viajavam. Após o controlo, fôrom “escoltados” no resto do caminho pola polícia espanhola. Contudo, pudérom chegar até a 'Audiencia Nacional' a tempo. 

Umha vez lá, em contra do esperado, fôrom 42 as pessoas deslocadas da Galiza que pudérom entrar a presenciar o juízo. Familiares e  amizades arroupárom Ugio e Giana no momento de entrarem na 'Audiencia Nacional'. Umha vez dentro, companheiros e companheiras de La Plataforma, meio espanhol de contra-informaçom, fôrom expulsados da sala pola polícia, aliás de requisarem-lhes as fitas de vídeo.

Nas vindouras horas seguiremos informando sobre o desenvolvimento de todo o processo.
Última Atualização ( 20 de Xaneiro de 2009 )
 
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Opiniom

Entrevista a Ramom Lôpez-Suevos

Entrevista a Ramom Lôpez-Suevos em Gralha


ImageSeguimos trazendo de novo à luz conteúdos do periódico Gralha que, além do seu evidente interesse histórico, continuam a apresentar certa vigência no actual cenário político. É este o caso da entrevista a Ramom Lôpez-Suevos, do outono de 1997, no que se debulham temas de inegável importância 13 anos depois: a evaporaçom ideológica do nacionalismo institucional (“Começando polo Bloco, dizer que hoje é mais um partido do sistema onde nom se aprecia ideologia nenhuma”), a obsolescência dos partidos (“nos últimos anos, as únicas cousas interessantes nascérom à margem dos partidos, desde o reintegracionismo até o movimento de insubmissos”), a dissociaçom entre ideologia de vida e ideologia eleitoral (“Umha das cousas mais interessantes a dizer do nacionalismo nos últimos anos é que quanto mais aumentam os votos menos se nota na gente, por exemplo na evoluiçom da língua”), o colonialismo económico e cultural (“Desde logo há umha subordinaçom económica, umha opressom política e um esmagamento cultural total do país. Tudo isto está concatenado. Poderiamos-lhe chamar colonialismo versom europeia”), a independência como única opçom democrática (“Opto pola independência total. Independência até para cedê-la ou para negociá-la. Na Europa desde logo seria melhor ser um estado que umha regiom da Espanha”), a relaçom com a lusofonia (“Por outra parte, há que primar por todos os meios a relaçom com Portugal por razões culturais, geopolíticas e de contrarrestas as forças centrípetas e também por razões económicas”) e mesmo a situaçom da universidade galega (“A universidade sempre foi um factor colonizador. Sempre o foi e segue-o sendo mas hoje em dia nom se vê resposta”)

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Fragmentos de uma entrevista de Neira Vilas a Luís Soto gravada em 1977

Luís Soto: “A Castelão e a mim figeram-nos membros  de honra da Federação Mundial de Sociedades Negras”

 

ImageNeira Vilas: Qual era a missão concreta que o governo da República lhe encomendou a Castelão em Cuba o ano 1938?

Luís Soto: “Castelão, junto com Virgínia, a sua dona, acabava de voltar da União Soviética, aonde foram no verão desse ano, numa comissão presidida por outro galego, Galhoso, de Ourense. Castelão manifestava-se mui bem impressionado por aquela visita. Eu figem-lhe então duas intervius, uma em Frente Rojo e outra em Nova Galiza, periódico do 5.º Corpo de Exército, que se publicava no frente e que eu dirigia. Sobre esta viagem dizia-me, entre outras cousas: “Se o experimento social feito polo povo da URSS, tão transcendente e significativo, tivesse fracassado, teríamos de estar sempre agradecidos a este povo maravilhoso e a esse partido tão certeiro e inteligente, que se sacrificava pola paz e pola liberação da classe trabalhadora. Mas como este experimento trunfou definitivamente, estenderá-se polo mundo inteiro e temos de seguir este espelho e este exemplo”.
 
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