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Concentraçom em solidariedade com as pessoas detidas |
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08 de Febreiro de 2009 |
Concentraçom em apoio das pessoas detidas durante a manifestaçom contra a desapariçom do galegoO "minuto-a-minuto"
 Após os incidentes da manifestaçom de Galicia Bilingüe desta amanhá, e as várias contra-manifestaçons em defesa da língua que se convocárom, parece que a imprensa coincide em que som 8 as pessoas detidas. Nestes momentos está a começar umha concentraçom de apoio às pessoas detidas na praça do Toural. Abrimos um novo minuto a minuto com todo o que se passe. Mais informaçom na página de Ceivar. http://www.ceivar.org/principal.php?pagina=nova&id=1109
17h25 Parte a manifestaçom do Toural face a esquadra policial de Compostela. Umhas 100 pessoas conformam a marcha. 17h34 A zona da esquadra policial está tomada pola polícia espanhola, cinco carrinhas repartem-se polo terreno. 17h40 Confirmamos a identidade de nove pessoas detidas, que citamos polas iniciais (nome e primeiro apelido): A. R., A. A., N.V., A.B., C.M., S.M., B.L., D.S, e L.A (única mulher da que se confirmou a detençom). Porém, La Voz de Galicia, indica que som 12 o número de pessoas detidas,embora nom dá iniciais. Carlos Morais, um dos detidos, encontra-se no hospital em urgências, atendido polos golpes recebidos. Confirmamos também que polo menos um jornalista gráfico foi agredido pola polícia durante a manifestaçom da amanhá. |
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Última Atualização ( 08 de Febreiro de 2009 )
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Opiniom
Entrevista a Ramom Lôpez-Suevos em Gralha
 Seguimos trazendo de novo à luz conteúdos do periódico Gralha que, além do seu evidente interesse histórico, continuam a apresentar certa vigência no actual cenário político. É este o caso da entrevista a Ramom Lôpez-Suevos, do outono de 1997, no que se debulham temas de inegável importância 13 anos depois: a evaporaçom ideológica do nacionalismo institucional (“Começando polo Bloco, dizer que hoje é mais um partido do sistema onde nom se aprecia ideologia nenhuma”), a obsolescência dos partidos (“nos últimos anos, as únicas cousas interessantes nascérom à margem dos partidos, desde o reintegracionismo até o movimento de insubmissos”), a dissociaçom entre ideologia de vida e ideologia eleitoral (“Umha das cousas mais interessantes a dizer do nacionalismo nos últimos anos é que quanto mais aumentam os votos menos se nota na gente, por exemplo na evoluiçom da língua”), o colonialismo económico e cultural (“Desde logo há umha subordinaçom económica, umha opressom política e um esmagamento cultural total do país. Tudo isto está concatenado. Poderiamos-lhe chamar colonialismo versom europeia”), a independência como única opçom democrática (“Opto pola independência total. Independência até para cedê-la ou para negociá-la. Na Europa desde logo seria melhor ser um estado que umha regiom da Espanha”), a relaçom com a lusofonia (“Por outra parte, há que primar por todos os meios a relaçom com Portugal por razões culturais, geopolíticas e de contrarrestas as forças centrípetas e também por razões económicas”) e mesmo a situaçom da universidade galega (“A universidade sempre foi um factor colonizador. Sempre o foi e segue-o sendo mas hoje em dia nom se vê resposta”) |
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Formaçom
Luís Soto: “A Castelão e a mim figeram-nos membros de honra da Federação Mundial de Sociedades Negras”
Neira Vilas: Qual era a missão concreta que o governo da República lhe encomendou a Castelão em Cuba o ano 1938?
Luís Soto: “Castelão, junto com Virgínia, a sua dona, acabava de voltar da União Soviética, aonde foram no verão desse ano, numa comissão presidida por outro galego, Galhoso, de Ourense. Castelão manifestava-se mui bem impressionado por aquela visita. Eu figem-lhe então duas intervius, uma em Frente Rojo e outra em Nova Galiza, periódico do 5.º Corpo de Exército, que se publicava no frente e que eu dirigia. Sobre esta viagem dizia-me, entre outras cousas: “Se o experimento social feito polo povo da URSS, tão transcendente e significativo, tivesse fracassado, teríamos de estar sempre agradecidos a este povo maravilhoso e a esse partido tão certeiro e inteligente, que se sacrificava pola paz e pola liberação da classe trabalhadora. Mas como este experimento trunfou definitivamente, estenderá-se polo mundo inteiro e temos de seguir este espelho e este exemplo”. |
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